Audiência Pública debate ampliação da Penitenciária Juiz Plácido de Souza

por Gabriela Kopinits — publicado 04/12/2013 00h00, última modificação 24/02/2017 10h22
A Câmara Municipal de Caruaru realizou, na manhã desta quarta-feira (4), Audiência Pública sobre...

A Câmara Municipal de Caruaru realizou, na manhã desta quarta-feira (4), Audiência Pública sobre a ampliação da Penitenciária Juiz Plácido de Souza (PJPS). Além do autor da propositura, vereador Neto (PMN), participaram ainda os vereadores Jadiel Nascimento (Pros), Heleno do Inocoop (PRTB)  – integrante da Comissão de Direitos Humanos da Casa do Povo, Louro do Juá (SDD), Val das Rendeiras (Pros), Marcelo Gomes (PSB) e Gilberto de Dora (PSB). Dentre os debatedores convidados, a audiência contou com as participações do diretor do Fórum de Caruaru, juiz Gleydson Lima, Gilvan Florêncio – presidente da Comissão de Direitos Humanos da OAB/Caruaru, Cap. Farias Júnior – representante do 4º BPM, Saulo Amazonas – Asces, Manoel Santos – Associação de Proteção e Assistência aos Condenados e o diretor da PJPS, Sérgio Siqueira. Representantes da sociedade civil organizada de Caruaru e populares interessados no tema ocuparam as galerias da Casa Jornalista José Carlos Florêncio.

Na realidade, o Presídio Juiz Plácido de Souza – com abrangência regional, tem capacidade para 380 detentos, sendo que hoje abriga 1.551, sendo 655 de Caruaru e 896 da região. “Estamos aguardando o final das obras de unidades prisionais em Santa Cruz do Capibaribe e Tacaimbó – ontem a Câmara Municipal aprovou a liberação de espaço para ampliação do nosso presídio. Creio que, a partir do próximo ano, teremos a oportunidade de distribuir os detentos na região – o que vai ocasionar, com a ampliação, mais espaço para Caruaru”, comentou o diretor do presídio Juiz Plácido de Souza, Sérgio Siqueira. “A Audiência Pública correspondeu às expectativas, acho que atingimos os objetivos – discutir e encaminhar propostas de solução para a superlotação do presídio”, comentou o autor da propositura e membro da Comissão de Direitos Humanos da Casa do Povo, vereador Neto.

Guanabara Comunicação/AscomCâmara

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